sexta-feira, 15 de abril de 2011

Tédio Sexual?


Desconfie quando alguma coisa vai mal


A Revista Veja trouxe em 2002 uma reportagem da jornalista Thaís Oyama que aborda um tema sério, que foi tratado com humor nesta tirinha do Vida Ordinária. Na matéria ela conta que o Sexo, para muita gente, nunca foi tão bom. Desde que o tema deixou o confinamento da alcova para virar assunto de consultórios médicos e de programas de TV, uma legião de insatisfeitos sentiu-se encorajada a partir em busca de solução para seus males, antes secretamente remoídos.

Mulheres que mal podiam esperar que o parceiro esfriasse o entusiasmo no leito, para finalmente dormir em paz, descobriram que o orgasmo também foi feito para elas. Homens atormentados pelo fantasma da disfunção erétil, ou por causa dela conformados à aposentadoria precoce, despertaram para alegrias adormecidas com o surgimento de novos medicamentos. Para um número incalculável de pessoas, o sexo – pós-Freud, pós-revolução nos costumes e pós-Viagra – ficou mais fácil, e melhor. O problema é que tem gente se descobrindo agora sem vontade de fazê-lo.

A falta de desejo sexual é a queixa que mais aumenta nos consultórios de médicos e terapeutas. Vem de mulheres angustiadas porque não conseguem corresponder ao apetite do parceiro e de homens que se declaram perplexos ao constatar uma súbita indiferença diante de tema outrora tão estimulante. São pessoas para as quais o problema não é necessariamente a dificuldade em "funcionar" ou em "chegar lá", mas a falta de ânimo até para pensar no assunto.

Estariam homens e mulheres, massacrados pelas tensões da vida contemporânea, entorpecidos por devastações hormonais ou até dessensibilizados pela rotina com um mesmo companheiro ou companheira de leito por anos a fio?

Na opinião dos especialistas, essas coisas têm, sim, influência sobre o desempenho sexual. Mas por trás de tudo existe outra coisa. Nunca as pessoas prestaram tanta atenção ao assunto. Além disso, no passado, tanto homens quanto mulheres se resignavam mais às limitações impostas pela falta de desejo. Hoje se preocupam com o problema e querem solução.

O tema é interessante e a reportagem foi muito bem escrita pela Thaís. Quem deseja continuar lendo a matéria por completo, pode clicar neste link: "Quando o sexo esfria". Boa leitura!

3 comentários:

  1. Tem gente que perde o apetite pelo sexo, talvez por alguma decepção amorosa, ou pelo estresse do cotidiano, a baixa auto-estima... Mas, existem àqueles que simplesmente aboliram o sexo da vida. Os chamados "assexuados". Outro dia li uma reportagem no Donna do DC, onde pessoas se declaram assexuadas, pois elas preferem a troca de carinho e parceria do que uma transa. E acabam sofrendo com isso, pois não acham parceiros dispostos a terem uma relação sem troca de fluídos físicos. Toda a forma de amor tem que ser respeitada, desde que não faça mal a ninguém, tem meu apoio!!! =)

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