quinta-feira, 27 de agosto de 2009

O quê que tem dentro de um balão?

Dois dias sem atualizar o blog? Que desrespeito com vocês, caríssimos espiões e visitantes do meu micro espaço na web. A correria do trabalho me impede de atualizar isto todos os dias (faz parte).

Entretanto, não posso deixar de postar esta piadinha infame que escutei de um colega, durante a correria diária... Ele me perguntou: O quê que tem dentro de um balão?

ArEbaba!

PS: Nem preciso dizer a cara de tacho que fiz naquela hora...

segunda-feira, 24 de agosto de 2009

Achei a irmã gêmea da minha Cachorra

Hoje o papo é animal (literalmente). Quem não gosta, volta amanhã ou depois (ou navega nos arquivos) pra ver se tem outro assunto diverso que te interessa.

Já contei que tenho uma cachorra? (Quem? Maria? Joana? Fernanda?) Nem, nem... cachorra mesmo, daquelas que falam "Au Au". O nome dela é Lilica e a mesma é uma guaipeca da raça "Viralatõn". Há OITO anos houve uma misturinha entre poodle com pequenês e nasceu ela. A dona lilica é grande, meio forte, gosta de brincar de bolinha e parece uma vaquinha (era pra rimar?). Não, a foto provará.

Estava num momento de ócio - espionando as atualizações do Orkut - quando vejo numa foto em miniatura, a foto da minha cadela lá... Mas como?? (pensei) se nem coloquei foto dela no site de relacionamento, como ela aparece ali? Clico pra ampliar e olha o que vejo!

Não se assuste.

Quem gosta de cães sabe: É que nem um filho... Por mais que as pessoas achem feio, nós (os donos) achamos a coisa mais linda do mundo.

Voltando a foto... quase cai da cadeira quando vi esta imagem no orkut de uma amiga lá do Mato Grosso. Não é muito comum achar viralatas com o pêlo malhado parecidos. E essa é igual a minha e tem o MESMO nome. Dá uma olhada na minha cachorra pra ti ver.

Essa é a minha cachorra

Impressionante a semelhança com a cadela lá de cima. Deve ser a irmã gêmea, nunca tinha visto nada parecido. É claro que vocês estão dizendo E O KIKO? pra esta semelhança.

Mas, sei lá pessoas... achei interessante achar outro cão tão semelhante como a minha. É no mínimo estranho, se tratando dessa raça mistureba (que aqui em casa tanto amamos).

domingo, 23 de agosto de 2009

DOMINGO: Dia de receber os parentes

Domingo não é apenas chato porque antecede a segunda-feira, às horas passam rápido demais e tem Faustão e Gugu na TV. Domingo tem o seu lado bom também. O quê? Visita de parentes (será que isso é bom?)

Depende dos familiares. Há famílias que juntas, fazem a festa. É o momento que vem aquela parentada puxando nossas bochechas dizendo "nossa, como você cresceu... como está bonito", e contam mais uma série de bobagens e mentiras para nos agradar.

E para as tias solteironas, chatas e encalhadas, como é que se faz? Vivem reclamando de tudo e o papo delas é só sobre os bons modos e que não devemos fazer isto, nem aquilo, etc... O que fazer para dar um trato nelas e colocá-las no seu devido lugar?

Para isto, chame o Réx...

Ele vai receber a visita (chata) com muito carinho

sexta-feira, 21 de agosto de 2009

De tarde quero descansar...

Que semana corrida galera... Mal tive tempo de atualizar o blog e visitar os blogs dos amigos e parceiros de blogger que sigo por aqui. Porém, graças a agregadores de conteúdos, acho que nunca recebi tantas visitas. Mais de 500 acessos por dia. Mas tudo isto é passageiro, depois volta as visitações normal de 40 ou 50 pessoas que são vocês, verdadeiros leitores e colaboradores deste humilde espaço. Já que chegamos a mais um final de semana, poderei visitar todos e comentar também.

Devido ao cansaço e excesso de trabalho, posto esta música que todos conhecem. Muitos acham depressiva demais e quase cortam os pulsos, já eu, acho ela relaxante e ideal para alguém que: está podre de cansado, sozinho e carente (normal... é fase, daqui a pouco passa).

De tarde quero descansar
Chegar até a praia e ver
Se o vento ainda esta forte
E vai ser bom subir nas pedras

Sei que faço isso pra esquecer
Eu deixo a onda me acertar
E o vento vai levando
Tudo embora...

Agora está tão longe
ver a linha do horizonte me distrai
Dos nossos planos é que tenho mais saudade
Quando olhávamos juntos
Na mesma direção
Aonde está você agora
Alem de aqui dentro de mim...

Agimos certo sem querer
Foi só o tempo que errou
Vai ser difícil sem você
Porque você esta comigo
O tempo todo
E quando vejo o mar
Existe algo que diz
Que a vida continua
E se entregar é uma bobagem...

Já que você não está aqui
O que posso fazer
É cuidar de mim
Quero ser feliz ao menos,
Lembra que o plano
Era ficarmos bem...

Eieieieiei!
Olha só o que eu achei
Humrun
Cavalos-marinhos...

Sei que faço isso
Pra esquecer
Eu deixo a onda me acertar
E o vento vai levando
Tudo embora...

(Vento no Litoral - Legião Urbana)

quinta-feira, 20 de agosto de 2009

O Troquinho Nosso de Cada Dia

Fala a verdade: A grande maioria bate os olhos nos artigos escritos aos jornais, vê que há muita coisa para ler e muda de página... ou estou errado? Acho que não.

Mas este artigo do Alfredo Leonardo Penz, publicado no jornal A Notícia de 19/08/2009, vale MUITO a pena ser lido. Ele escreveu o texto contando sobre o "Troco nosso de cada dia". Sabe aqueles centavos que são transformados em balas, pelas grandes redes de supermercados? Pois então...

Fazia tempo que eu não lia um artigo tão bacana, que me prendesse na leitura do início ao fim. Reservem um tempinho e, se não tiverem tempo agora, voltem depois pro Blog e leiam para ver se concordam com o Penz.

O troquinho nosso de cada dia

Com certeza, você já conhece esta cena: após passar por algum caixa e pagar suas compras, na falta do troco, lhe ofereceram balas em vez do troco propriamente dito. Não precisam nem responder.

Morei nos Estados Unidos por seis anos e sempre me retornaram o troco, independentemente do seu valor. Lá, se o seu troco for três centavos, você recebe três centavos. Se for um centavo, você recebe o seu rico um centavinho, chamado de penny. Jamais me ofereceram bala de troco, nem chicletes, tampouco caixas de fósforo. É uma questão de cultura: não importa quanto; dinheiro é dinheiro. Aqui no Brasil, ninguém reclama da falta do troco. Em países de primeiro mundo, o troco é sagrado.

Comecei então a fazer experiências: exigir o troco só para ver a reação das pessoas. Bastaram algumas tentativas para receber hilárias respostas. No caixa de um supermercado, minha conta foi de R$ 6,49. Dei R$ 6,50 e disse: “Quero ver se você vai ter o troco”. Ela respondeu: “Se o senhor quiser, chamo a assistente de caixa”. “Sim”, repliquei. A moça do caixa ao lado se virou e olhou pra mim. Tentei imaginar o que ela estava pensando: quem é este chato que está querendo R$ 0,01 de troco? Ela acendeu a luz. Em poucos instantes, chegou uma assistente de caixa e ficou sabendo que eu queria meu troco. Ela foi buscá-lo. Durante a espera, as duas caixas começaram a conversar comigo: “A próxima vez que eu vir o senhor, já vou acender a luz (risos)”. A outra retrucou: “Pior é que ele tem razão: nós deveríamos ter uns centavinhos na gaveta do caixa”. A assistente voltou; recebi, então, meu troco.

Na sequência, entrei em duas lojas de R$ 1,99 e comprei o mesmo produto: paçoquinhas de amendoim. Nestes dois testes houve respostas diferentes. Na primeira, a moça do caixa me perguntou se poderia ser uma balinha de troco; disse-lhe que não. A cliente que estava atrás de mim olhou com espanto. Ela me deu meu R$ 0,01. Percebi que ela também tinha um pote com balas, bem à mão, próximo ao caixa. Na segunda loja, foi diferente. Quando entreguei minha paçoquinha, a pergunta foi a mesma: “Pode ser uma bala?” Claro que eu disse não. Ela então disse que não tinha troco; retruquei que queria meu troco. Ela se rendeu e me deu R$ 0,05, porém antes me perguntou: “Você tem quatro centavos de troco?” E eu respondi: “Não”. Então ela disse que eu poderia ficar com aquela moedinha.

Numa lotérica, a moça do caixa disse que não tinha o meu troco: R$ 0,04. Falei-lhe que queria meu troco (estava rindo por dentro, porém queria ver a reação dela). Ela pediu para deixar para o próximo dia. Insisti que queria meu troco. Ela me devolveu R$ 0,05. Na semana seguinte, quando voltei à lotérica, havia um cartaz: “Favor confira o seu dinheiro no ato do troco. Não aceitamos reclamações”. Parece até piada, mas é a pura verdade.

Vamos fazer uma conta rápida: imagine que você passou no caixa de um supermercado e ele ficou devendo o seu troquinho: R$ 0,02. Multiplique por cem clientes em um dia. Agora multiplique por 30 “bocas de caixa”, por dia. Continue multiplicando por 30 dias. Finalmente, multiplique por dez lojas em todo o Estado. Total: R$ 18 mil. Você sabe quem paga aqueles brindes que são sorteados no final do ano? Nós, com o nosso rico troquinho, juntando cada centavinho que nós não exigimos; e são só dois centavinhos!

Outro dia, quando minha filha estava passando pelo caixa perguntaram a ela: “Posso ficar devendo R$ 0,10?” Ela respondeu com a mesma pergunta: “Posso eu ficar devendo R$ 0,10?” Disse-me que recebeu de troco R$ 0,25, com uma batida de mão no balcão e uma “cara feia”.

Para finalizar, um amigo gerente aposentado de várias agências bancárias em Joinville me disse que as moedas de R$ 0,01 não estão mais sendo produzidas pelo Banco Central. Pois é, meninos e meninas, aonde vamos parar? Eu só sei de uma coisa: faço questão do “troquinho nosso de cada dia”. Não quero mais balas.
________
Parabéns pelo artigo, Penz.

terça-feira, 18 de agosto de 2009

Dar dá Dinheiro?

Olá meus amigos virtuais e fiéis leitores deste blog (25 pessoas, eeee \o/)

Hoje divido com vocês (honestos trabalhadores), a minha frustração. O que é? Vou contar. Estava (eu) passando por uma rua meio obscura aqui da minha cidade, enquanto fazia o trajeto para ir à missa da Renovação Carismática. Até ai, tudo bem. Em vários post's, já contei que gosto da celebração deles e não há nada demais.

Onde está a frustração? Quando o sinal fechou, paro com o carro (da minha mãe) e espero pacientemente aparecer o verde, até que vejo DOIS travecos prostitutos, estacionando seus carrões (último modelo do Vectra e do Corolla), na mesma rua escura. Eles descem de seus carros, colocam alarme e ficam na esquina aguardando a chegada do primeiro cliente.

Confesso que fiquei de cara. Puxa vida, que decepção! Pelo carro, aparentemente eles são bem de vida e não passam fome. Vão para a esquina comercializar o corpo, justamente para manter este bom padrão de vida. Então pensei: Meu Deus, que mundo injusto. A gente se fode durante o mês, rala que nem cachorro para ganhar o salário que mal paga o básico da nossa sobrevivência. Já eles, são fodidos durante as noites, (k-entre-nós: vender o corpo está longe de ser considerado normal) e ganham o bastante para estar sempre com o melhor carro.

Onde está o erro?
Será que devemos considerar normal que, quem trabalha de forma digna, mal consegue pagar as contas no final do mês... enquanto quem vende o próprio corpo, tem tudo do bom e do melhor? Será que para obtermos estes confortos na vida (de forma mais rápida), este é o caminho? Se for assim, vou sempre depender de ônibus...

domingo, 16 de agosto de 2009

Quando a gripe virou coisa séria?

A semana acabou e agora estamos iniciando outra novinha em folha. Segundo o calendário, é no domingo que começamos uma nova semana. Espero que não seja tão chata como foi a outra, que - por causa da gripe A - teve uma série de eventos cancelados na minha região.

Recebi por email, uma imagem sugestiva de quando as autoridades (e os homens em geral) começaram a se preocupar - de fato - com os riscos da gripe A. Vejamos

Agora tá explicado!

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