segunda-feira, 13 de dezembro de 2010

Faça tudo valer a pena

Minha friend (amiga em inglês) do meio jornalístico, Karina Manarin, postou um link de vídeo no Twitter que gostei bastante e resolvi compartilhar com quem atraca sua navegação virtual por aqui. É uma montagem da música "Faça Valer" do RUB, publicado pelo Tiago Nazaré no YouTube, que deveria ser oficializado como Hino da Vida de todos nós. Chega de bla bla bla e aperta o Play!


"Faça tudo valer a pena 
a vida é tão imensa e ao mesmo tempo é tão pequena..."

sexta-feira, 10 de dezembro de 2010

E o meu amigo secreto é...

Olha só dezembro voando diante os nossos olhos e o natal enfeitando a sala. Alguém pede pro Papai Noel esperar a gente pagar as contas e colocar as promessas feitas para 2010 em dia, antes dele descer pela chaminé? Não tem jeito? Então deixa, o natal está ai e com ele vêm as famosas brincadeiras de "Amigo Secreto" - ou "Oculto" para outras pessoas.

Terceirão é época de despedidas, preparação para o vestibular e festas. Então a sala do meu irmão (que se formou recentemente) resolveu marcar o encerramento das aulas com um "Amigo Secreto" para descontrair a turma. A professora de biologia, Margareth, é convidada e participa da retirada dos bilhetinhos com os jovens. Todos estão com os papéis na mão e perguntam se está tudo certo. A professora solta um sorriso "amarelo" e diz para turma:

- Sabem como é, né. Tenho muitos alunos e não me lembro de todos, mas está tudo bem!

A aula termina e o professor de matemática aparece perguntando ao grupo: - Gente, a professora Margareth mandou perguntar quem é a Ana Paula?

A risada foi geral e no dia da revelação, a professora pede desculpas aos alunos: "Pedi ao professor que me falasse quem é a aluna, mas não imaginei que ele fosse perguntar pra vocês". Sem problemas, os alunos responderam. Quando chegou a vez dela revelar o amigo secreto, ela diz: "E a minha amiga secreta é a Ana Paula" (Ohhhh, que surpresa... NOT). No que ela ia entregando o presente para primeira aluna da fila, os alunos dão a dica: "Não é ela professora, a Ana está bem atrás de você".

Normal, quem brinca de Amigo Secreto com muita gente corre esse risco de não conhecer o contemplado. Nesta semana foi a vez da minha mãe, que também é professora, revelar seu amigo secreto na sala de aula. Com direito a refrigerante, salgadinho, bolo e doces, ela conta para os alunos:

Professora: - A minha amiga secreta é muito querida, legal, foi uma boa aluna e pediu um sapinho de presente. É a Beatriz!
Todos: - Aeeeewwww, parabénss! Vai lá Beatriz, mostra o presente e diz quem você tirou.
Beatriz: - Obrigada professora, amei o presente. E a minha amiga secreta é...
Aluna frustrada: - ESPERA, TÁ ERRADO! Foi eu que tirei a Beatriz. Está aqui o meu bilhete ó (e todos: óhhhh), tem alguma coisa errada.
Professora: - Gente, mas não é possível. A minha amiga secreta só pode ser a Beatriz porque ela pediu um sapinho de presente...
Joana: - Eu também pedi um sapinho de presente, professora. Então você me tirou!
Professora: - Que vergonhaa! Beatriz, se importa de devolver o presente pra Joana? Troquei tudo... 


Então Joana recebeu o presente já aberto pela Beatriz e a Beatriz ficou sem o sapinho que queria, porque à aluna frustrada comprou outra coisa no lugar. Para encerrar essa bonita festa, minha mãe reúne toda turma.

Professora: - Fiquem todos pertinhos e grudadinhos que vou tirar uma foto de recordação, ok? 1, 2, 3 e lá vai... Ficou LINDA! Agora alguém vem aqui tirar a foto da professora com os alunos.
Aluna legal: - Eu tiro! Isso, todos juntos. Lá vai hein. 1, 2, 3 e... e... e... professora, apagou tudo!
Professora: - Capaz, desliga e liga de novo. Acho que tu não sabes fotografar direito.
Aluna legal: - Não tem jeito, professora. Não tem mais bateria.
Professora: - EU VOU MATAR O MEU FILHO! (Neste caso... sou eu)

É assim mesmo minha gente, os anos passam, as tradições continuam e os erros acontecem. O importante é se divertir e aproveitar o máximo de cada momento, pois lá na frente só vai restar a saudade. E que venha outros amigos secretos ou nem tão secretos assim.


Obs: Imagens ilustrativas e reprodução dos diálogos simulados pelo relato de quem participou

terça-feira, 7 de dezembro de 2010

É assim que nasce um campeão de Natação

Vamos para mais um momento "óin, cute cute" que bonitinho. Veja neste vídeo que recebi por email, como nasce um atleta futuro campeão de Natação. Solta o Play!


Tão pequeno e já tão esperto!
Aposto que ganha frouxo de muitos adultos em disputa na piscina.

domingo, 5 de dezembro de 2010

Adivinha qual o melhor creme para as mulheres?

O site Glamya fez vários testes e encontrou o melhor creme corporal para as mulheres. Adivinha qual é?









Tinha alguma dúvida? Viva o Photoshop... ou não.

sexta-feira, 3 de dezembro de 2010

Formatura é tempo de agradecer

Nesta sexta vou vivenciar mais uma daquelas datas especiais que marcam para sempre todos da família. Meu irmão único e caçula, Mateus Machado Casagrande, vai se formar no terceirão do colégio São Bento. Não quero reportar aqui todas as dificuldades que enfrentamos para pagar este colégio particular, e nem do susto que levamos com os estudos dele.

O relaxamento somado com a preguiça de estudar durante o ano fez com que ele fosse para segunda época (depois da recuperação), precisando de notas altas pra ser aprovado. Já que ele conseguiu, hoje vou estar lá na colação de grau para aplaudi-lo de pé pela conquista. Ele soube correr atrás daquilo que é importante e recuperou o prejuízo deste desleixo.

O momento não é de puxar a orelha, mas de agradecer. Agradecer por estar vivo e poder testemunhar as conquistas obtidas por cada ente querido da minha família. Não é de hoje que valorizo tanto esta palavra. Família, para mim, sempre foi à base de tudo e o meu motivo para seguir adiante. É com eles que encontramos as forças nos momentos de maiores adversidades.

Fico triste quando ouço depoimentos de quem tem uma família quebrada, destruída e que não fala com mais ninguém. Muito triste mesmo... se não temos eles, com quem vamos compartilhar nossos momentos tristes ou felizes? Amigos? Sim, são importantes. Alguns são até mais presentes que os familiares, mas não substituem. Cada um deve ser amado de um jeito diferente, onde ambos se complementam.

Ontem tivemos a celebração da missa promovida pelo colégio aos formandos com a presença de amigos e familiares. Quem participou conosco foi a minha madrinha de batismo, Tia Geani. Olhei para ela e agradeci pela presença. Ela não precisava estar lá, mas fez questão de acompanhar este momento especial. Foi ela que acompanhou meu culto ecumênico quando me formava na Unisul de Tubarão. Além disso, ela também acompanhou outras conquistas minhas e do meu irmão.

Que bonito isso... como é gostoso ter alguém que faz questão de nos acompanhar em momentos marcantes para dividir nossas alegrias e tristezas. Isso é família. Admiro quando ouço alguém contar que tem um amigo que já faz parte da família. Eu ainda não encontrei, mesmo assim tenho ótimos amigos com quem vou festejar a conquista do meu irmão nesta noite em uma linda festa junto com os familiares.

Diante este momento especial que me deixa sem palavras, só tenho algo a dizer: Obrigado meu Deus pela conquista do Mateus. As vitórias de cada um que amo, eu considero minhas também :-)

terça-feira, 30 de novembro de 2010

Ausências que o trânsito deixou

Quando um trabalho é bem feito, sou favorável que ele seja publicado e republicado em todos os meios possíveis - SEMPRE - com o crédito de quem criou, produziu ou escreveu. Vocês que já conhecem o Blog Assuntos Diversos sabem que aqui, compartilho partes da minha vida e coisas interessantes que vejo neste mundo da internet.

O que trago nesta postagem, aos meus poucos e fiéis amigos visitantes deste espaço, é uma matéria da jornalista Kamila Almeida do jornal Zero Hora de Porto Alegre (RS). Ela fez uma reportagem especial sobre "Ausências que o trânsito deixou" publicada dia 14 de novembro de 2010. Assim que vi a capa do jornal tive muita vontade de ler, mas não sou assinante do jornal e não tive como. Depois de algum tempo, achei a matéria no portal ClicRBS.

Ao ler a reportagem com o depoimento dos pais, meus olhos estavam cheio de lágrimas e meu nariz não parava de escorrer. Cena típica de todo ser humano que se emociona com perdas familiares e se sensibiliza ao ver tantas famílias incompletas por uma fatalidade. Vou parar de comentar senão vou chorar de novo. No próximo parágrafo, vocês passam a ler a matéria na íntegra da Kamila com um link super especial do audiovisual dos pais. Reserve um tempo para ler e boa leitura!

Kamila Almeida
kamila.almeida@zerohora.com.br

A cada cinco horas, uma família é dilacerada pela notícia da morte brutal em acidentes no trânsito gaúcho. Histórias particulares se condensam em estatísticas, como as 1.405 vidas ceifadas de janeiro a outubro deste ano, segundo o Departamento Estadual de Trânsito (Detran).

Do total, 359 não chegaram aos 30 anos de idade — e 259 ficaram entre os 18 e 24 anos. Atordoados diante da lógica invertida, casais que perderam filhos eternizam a última lembrança de seus tesouros: o quarto.

O colorido impregnado no dormitório juvenil contrasta com o caminho acinzentado que os pais passaram a percorrer. As flores, a luz da vela e os adornos típicos de quem, aos 18 anos, ainda tateava no mundo adulto são os itens visíveis do quarto de Alessandra Andreolla Feijó, filha do empresário e vice-governador Paulo Afonso Feijó, 52 anos, e da professora de educação física Lisette, 49 anos.

— Nos primeiros seis meses eu dormia aqui, vez por outra. A sensação é de que, no quarto, estamos mais perto. Era o cantinho dela — conta Lisette.

Luanda Patrícia, filha dos empresários Eliane, 37 anos, e Roque Redante, 43 anos, de Guaporé, também tinha 18 anos quando partiu. O dormitório rosado ficou intacto. Num bloco, Luanda deixou rabiscados 45 desejos que ela calculava alcançar antes dos 35 anos. Cumpriu, pelas suas anotações, apenas três: "dançar em cima de um palco loucamente", "dormir com a roupa que saiu" e "viajar com as amigas".

Em Flores da Cunha, a empresária Noeli Agostinetto, 38 anos, mãe de Willian, 19 anos, quis fazer diferente. Logo após a morte do adolescente, tentou se desfazer de tudo, mas já na primeira doação, o coração apertou. Ela e o marido, Cladecir, 44 anos, acabaram vencidos, e as recordações de azul até hoje predominam nos 11 metros quadrados do cômodo incólume.

Ezequiel foi fruto da oitava tentativa de Marta Maria Pretto de engravidar. Quinze anos depois, com a morte do marido, o garoto virou a família de Marta. Mais três anos se passaram e o filho, de 28 anos, se foi, lançado contra a traseira de um caminhão.

— Eu sinto o cheiro dele. Tem vezes que é mais forte. Acho que depende de mim, de como estou — confidencia a mãe.

Quando a garganta da costureira Maria de Lourdes Webber Raupp, 59 anos, engasga, ela solta um berro, para dor da vizinhança. Dia desses, na pequena Dom Pedro de Alcântara, no Litoral Norte, gritou de saudade das traquinagens de Gabriel, 22 anos. O som, estridente, ecoou a ponto de despertar solidariedade. Ela recusou e explicou:

— Deixa eu gritar. Preciso aliviar o peito.

Na casa de Odete da Luz, 53 anos, e do marido, Edemar Rossetto, 57 anos, no município de Novo Barreiro, até a extensão do telefone é mantida no quarto de Everton, morto aos 29 anos, cuja despedida paralisou a vida do casal, há nove meses, até na arrumação da casa.

— Ele dizia que a cortina da sala incomodava. Sempre a prendia em um vaso de flores. Foi o que fez pela última vez antes de sair na tarde do acidente. Desde então, não consegui mais soltar a cortina — conta a mãe.

Os jovens tombados nessa guerra urbana deixam planos incompletos. Mariana ainda cultivava desejos infantis, aos 11 anos, quando partiu, forçando Nara e Clóvis Rodrigues a zelar por ursos de pelúcia, Barbies, roupas e sapatos da menina, intocados desde a ausência da filha única.

As histórias se cruzam e se repetem. Pais e mães carregam consigo objetos de valor inestimável. Noeli usa a corrente e o crucifixo de Willian, e o pai, um anel do garoto. Lisette adotou a gargantilha preta com pingente dourado em forma de coração, mimo de Alessandra. Eliane não desgruda da aliança que Luanda usava no dia da partida.

A dor das famílias amplia a sensação de impotência. Sonham em mudar o cenário dessa guerra que leva para o túmulo jovens que não se alistaram. No especial, as imagens retratam sete histórias paradas no tempo.

Clique na figura para ver fotos e ouvir os depoimentos:








Manifestações de internautas sobre a matéria

Nome: José Antonio de Souza - Bagé, RS


A vida nos junta a estes depoimentos. Hoje, são 14 anos, completados no último dia 02 de novembro. Eu e Lúcia perdemos dois filhos, Régis e Douglas com 18 e 19 anos respectivamente. Dói hoje como foi receber a notícia. A lembrança é diária pois o que mais existe é jovem na vida de todos nós. Filho é insubstituível sim. Por mais que a gente se esforço a lembrança e a saudade continua sendo insuportável. Até hoje não abrimos o armário deles pois sabemos que iremos chorar muito, ta tudo lá.


Nome: Andiara - Morro Redondo, RS


Parabéns pela matéria, perdi meu irmão no dia 29 de agosto desse ano, e ainda parece q estamos em choque, que não é verdade, e o quarto dele tbm continua lá exatamente como ele o deixou, ele tinha 24 anos, os dois amigos deles tbm morreram,um de 24 anos tbm e o outro com 16 anos.E muito triste nos identificamos muito com essas famílias.


Nome: Luiz Carlos - Santa Cruz do Sul, RS


Puxa vida. Li a matéria e me emocionei. Emocionei até demais. Que coisa, porque precisa ser assim? Gente jovem, que transmitia alegria, formavam uma familia feliz, partem de uma hora para outra e, de uma forma dramática. Que tudo que está escrito na Biblia seja verdadeiro e, que possamos nos encontrar num dia. Desejo força aos país.


Nota do blogueiro: Se por ventura o Google trouxer alguém para ler esta postagem, que enfrenta o mesmo problema dos familiares na matéria, deixo aqui um vídeo de esperança e força para continuar adiante nesta vida passageira. Não é fácil... mas é preciso tentar. 


"Quando se perde alguém parece que se perde a paz..."

domingo, 28 de novembro de 2010

Caipirinha da Boa

Dizem que ela vende aproximadamente 300 caipirinhas em um dia fraco.

Cobra apenas R$ 5,00 a dose e tira R$1.500,00/DIA...


Não é uma Puta Ideia?

OBS: Recebi por email sem nome, local e a fonte pra checar a veracidade. Quando a gente se forma em jornalismo, adora checar estas coisas para ver se as informações são confiáveis. Mesmo sem saber a verdade, só pela foto percebe-se. A mulher foi genial, além de corajosa.

Compartilhe

assine o feed

siga no Twitter

Postagens

acompanhe

Comentários

comente também