domingo, 4 de julho de 2010

Vamos aprender a conviver com as diferenças?

Não é novidade para ninguém que a sociedade atual caminha para uma geração cada vez mais mente aberta. Hoje se busca unir todas as tribos, ao invés de isolar. Virou cafona, anti-social e repugnante discriminar uma pessoa só porque ela é negra, aidética, gay, entre outras características que era motivo de exclusão de grupos para o convívio social.

Vamos relembrar de algumas burrices de quem já habitou o Planeta Terra, ao condenar alguém por achar que essa pessoa era "diferente" das demais. É claro, de forma resumida porque o tempo é precioso e aqui (normalmente) já escrevo além da conta.

Em 1200, a fogueira da inquisição da Igreja Católica foi uma das maiores desgraças que ocorreram na história da humanidade. Em nome de Jesus Cristo, sacerdotes católicos montaram um esquema enorme para matar todos os "hereges" na Europa. A heresia era definida da forma como Roma quisesse definir; isso abrangia desde pessoas que discordavam da política oficial, aos filósofos herméticos (praticantes de Magia Negra), judeus, bruxas, e os reformadores protestantes. (Fonte: A Espada)

No quesito racial, os negros ainda enfrentam muitos problemas - no presente - como salários mais baixos que os brancos, disputa por cotas nas universidades, etc. Porém, não podemos esquecer que já foi muito pior.

Até na década de 60 nos Estados Unidos, negros e brancos usavam banheiros diferentes. Os ambientes eram todos separados e a divisão era muito grande. Não podemos esquecer a Ku Klux Klan que botava fogo em casas de negros, matando diversas famílias, por se achar superior. Era um ABSURDO propriamente dito. Então o reverendo Mather Luther King fez aquele discurso do "Eu tenho um sonho" que ficou na história, assistido por muitas pessoas.

Com os aidéticos, o problema ainda persiste. Uma pesquisa realizada pelo Ministério da Saúde apontou que, das oito mil pessoas entrevistadas no Brasil, 22,5% disseram que não comprariam legumes ou verduras em um local onde trabalha um funcionário com HIV e 13% afirmaram que uma professora com Aids não pode dar aulas em qualquer escola. (Fonte: Vila Mulher)

A tendência deste problema é diminuir. O governo investe e faz campanhas para conscientizar as pessoas dos riscos, e combater a discriminação. Uma decisão em 1987 da Assembléia Mundial de Saúde - com apoio da ONU - criou o Dia Mundial de Luta contra a AIDS (1 de dezembro), que tem o propósito de reforçar a solidariedade, tolerância, compaixão e compreensão por pessoas infectadas com o vírus do HIV. (Fonte: Hospital Tacchini)

E o preconceito mais recente que a sociedade está combatendo, é contra os gays. Não precisamos ir longe. Quem tem mais de 18 anos lembra bem de como uma pessoa era tratada no colégio, quando apresentava este comportamento diferenciado. Eram excluídas de rodinhas de amigos, deixados de escanteio nos trabalhos em grupo e isolados do convívio social com os outros no recreio. Ou seja, eram sinônimos de DEBOCHE.

Eu não sei o que faltava na nossa cabeça para considerar normal este tipo de tratamento. Parafuso a menos, será? Ou falta de amadurecimento? Não sei, mas o que notamos na geração século XXI é de uma sociedade mais tolerante neste aspecto. Acredito que estamos próximos do patamar, em que o respeito para lésbicas e gays ultrapassa 50% da população. Isso é bom? Lógico!

Vivemos uma era de inclusão, respeito e tolerância com a diferença do próximo. A internet e suas redes sociais vieram para consolidar esta façanha. Se queremos uma sociedade cada vez mais justa e democrática, pra quê vamos excluir uma pessoa da nossa roda de amizade só porque ela gosta de pessoas do mesmo sexo? Se ela é um ser humano, uma pessoa provida de inteligência e boa índole, não faz mais sentido aquele comportamento de risos e deboches descarregados neles até recentemente.

Fico frustrado quando estou em rodas de conversas e o assunto cai no questionamento se o fulano ou a fulana é ou não gay? Penso que se ela ou ele for - isso só cabe para aquela pessoa. Não tem porque nos metermos no que eles estão fazendo ou deixando de fazer (em relacionamentos). O resultado final não fará a mínima diferença, pois a geração atual não tolera mais a condenação e exclusão destas pessoas. Logo, se a mulher ou o homem não tornaram público a opção de vida deles, não cabe a nós levantar esta questão.

Uma reportagem da revista Veja (publicada em 12 de maio 2010), fala bem sobre este caso: A Geração da Tolerância. Ela mostra o processo de abertura do diálogo entre grupos héteros e homossexuais que até pouco tempo mantinham distância e não se misturavam. Hoje conversam, são amigos e - em alguns casos - formam grandes grupos de amizades.

Formado em Comunicação Social (Jornalismo), profissão que exige um diálogo com todos os grupos - sem discriminação - vejo isso com bons olhos. A geração do futuro, penso eu, é bem próxima do ideal de humanidade. Aquela que facilita a vivência aqui na Terra e se respeita. Vejo a pulverização do Twitter, Facebook e outras redes sociais, como grandes colaboradores desta integração do conhecimento nas pessoas.

Ela ajuda alinhar o pensamento de todos em busca de uma sociedade mais justa. Quando uma pessoa se mostra arrogante, intolerante ou preconceituosa com outro ser humano, basta ver como grandes correntes são criadas na rede contra essa atitude. Isso é bom, pois não tem cabimento condenar o outro por ele ter um gosto oposto ao seu. Se a pessoa não te prejudica, então não tens o direito de rebaixá-la. Respeito é a palavra chave do presente.

Por falar em respeito, um grupo de pessoas que preciso aprender a respeitar, são os famosos "coloridos" (fãs da banda Restart). Eu simplesmente não consigo ver aquela multidão de gente com óculos coloridos, e conversar de igual para igual sem achar que eles não sofrem de um probleminha na cabeça.

Discriminação: uma puta falta de sacanagem

Assim como todos os preconceitos foram amenizados com o tempo (alguns derrubados), este é mais um que deve ser combatido. Quando for conversar com eles, é preciso tratá-los com a naturalidade que o mundo moderno exige.

quarta-feira, 30 de junho de 2010

Por dentro da casa do Passarinho

Já viram como é o interior da casa do passarinho? Não mulheres, não precisam maliciar e imaginar o tamanho da casa no interior das cuecas. Não é deste "passarinho" (no sentido figurado) que falo, mas sim daquele propriamente dito, conhecido como João de Barro.

João de Barro é conhecido aqui em SC (e todo Brasil) como o passarinho que constrói a própria casa em árvores, postes e outros locais. A empresa de sucos naturais, Robinsons, deixou a imaginação rolar solta quando lançou o comercial em 2009, que mostra como seria por dentro daquelas casinhas. Veja no vídeo.

Viva a criatividade das agências!

segunda-feira, 28 de junho de 2010

E se tudo não passou de uma GRANDE invenção?

Esse final de semana foi muito agradável para mim. Frequentei festas juninas e encontros de internautas na sexta e no sábado, onde estive com diversas pessoas. Cada ser revestido de carne e osso possui um assunto interessante, uma ideia brilhante, cujo objetivo é viver bem e fazer dessa passagem de vida A melhor possível.

De todos os encontros que troquei informação e compartilhei conhecimento, um me chamou atenção. Foi no sábado, lá na casa de uma amiga que mora na cidade vizinha da minha. Regados por vinho, o nosso grupo conversou sobre uma pluralidade de assuntos que estão na mídia (ou não). Pra variar, uma dessas conversas que mais causam polêmica abordou sobre Religião.

Chegamos neste contexto ao falar sobre irmã e irmão que praticam sexo. Há poucos anos, muitas pessoas aqui na região receberam um vídeo de um casal de irmãos (bem conhecidos) praticando sexo e se exibindo na webcam. Ao falar sobre isso, cada um expressou a sua indignação que sentiu na época ao vê-los pelo computador.

Um amigo bem informado, levantou a seguinte questão: Qual é o absurdo de dois irmãos praticarem sexo? Se vocês forem olhar a criação da humanidade - pela história que a igreja conta - só havia Adão e Eva. Para o mundo virar tudo isso que é hoje, teve que acontecer o que?

Só para fazer um adendo aqui, antes de continuar. Quem visita este blog e não me conhece pessoalmente, deve saber que sou cristão católico convicto. Frequento a igreja católica, não acredito em 100% no que ela diz, desconfio da conduta de alguns padres e tenho um pé lá atrás com muita coisa. Por que ainda frequento? Pela fé, por acreditar que o erro de uns não pode ser generalizado como erro de TODA instituição.

Continuando... eu falei para este meu amigo a ideia que tenho sobre este assunto: - Olha, a bíblia é uma questão de interpretação. Eu não a leio, mas sei de bastante coisa que lá está escrito. A igreja católica usa o trecho de Adão e Eva e diz que são pessoas iguais a nós. Mas quem diz que Adão e Eva não podem ter sido genes com DNA distintos, que puderam evoluir e virar o que somos hoje? Esta seria a melhor forma de conciliar essa história, com a evolução do homem pelo macaco que estudamos em História.

Interessado pelo assunto (e com teor alcoólico do vinho lá nas alturas) ele me diz o seguinte: - E se tudo não passou de invenção? Olha na mitologia como existiam vários deuses, quem disse que só pode ter um? E essa história de Jesus - um semi Deus que nasceu de um humano - quem disse que é verdade? Alguém lá atrás pode ter inventado isso e escrito como se fosse verdade...

Eu disse para ele o seguinte: Concordo que é preciso desconfiar de tudo que nos contam. A pessoa quanto mais lê e adquire conhecimento, mais questionadora ela fica. Chega uma hora que tu não sabes mais o discernimento do que é o Certo ou é Errado, de tanto que a gente lê e põe em cheque o que recebemos a vida toda como "grandes VERDADES".

Todos sabem que a verdade não é absoluta e não pode ser vista de um ponto só. Levantei esta questão: Se há vidas em outros planetas (o que eu acredito), e um extraterrestre vem visitar a Terra. Se ele for parar no meio do oceano pacífico, vai dizer que não há vida humana na Terra e só tem água. Isso é mentira, mas se for analisar a informação, ela não deixa de ser uma verdade pelo local em que ele foi parar e o que foi visto.

Portanto, mesmo que toda história de Deus, Jesus e Maria forem invenção, só pela função social que existe em torno disso, já valeu a pena. A fé que existe nas pessoas, faz com que elas promovam o bem e acreditem num futuro melhor. Dizem que a fé tem o poder de mover montanhas, certo? É claro que a expressão é dita em sentido figurado, logo não adianta ter fé para mudar a montanha Fuji de lugar.

Esse caso é o seguinte: Eu muito acredito e luto para que aquilo aconteça. Logo, Deus e Jesus Cristo tem sentido de continuar existindo em nossas vidas, como símbolos de justiça divina. Eles são o conforto e alívio na alma para aquele que crê, de que a difícil vivência como ser humano - com as injustiças sofridas aqui na Terra - não foi em vão.
___

Quem me acompanha sabe que sou religioso, mas não sou fanático igual a @Cleycianne. Tenho mente aberta, muitos amigos ateus, mas confesso que os três assuntos que nunca têm conclusão de uma ideia só (Política, Religião e Futebol) são os que mais me agradam e geram bom debates com a galera. Experimenta falar isso tomando vinho, sai cada filósofo (inclusive eu) kkkkkk.

Conseguiu ler tudo? Então deixo esse vídeo (com qualidade de áudio baixa) que representa bem essa questão de fé. Ele fala sobre a história desse Homem, chamado Jesus Cristo, e foi gravado pela internet no santuário da missa de Padre Marcelo Rossi.

quarta-feira, 23 de junho de 2010

Empresário: o melhor investimento é cuidar do Cliente

Já fui de comprar coisas desnecessárias, só por causa do excelente atendimento do vendedor. Também já deixei de comprar coisas muito importantes, devido ao mau atendimento oferecido pela loja. No mundo capitalista é assim, o Cliente tem o Poder e ele decide como e onde vai gastar o dinheiro conquistado com o suor do trabalho.

Sempre quando eu volto do trabalho, passo por uma lanchonete que faz o melhor pastel de carne e ovos que já comi. É crocante, quentinho e eles acrescentam temperinho verde que fica uma delícia. Era minha parada obrigatória, antes chegar em casa. Sentia necessidade de comer esse pastel bem bom com uma média de café com leite.

Porém, o bom produto não era igual ao atendimento. A proprietária do local era muito desleixada comigo, atendia todo mundo na minha frente e me deixava esperando por bastante tempo até me atender. Quando eu solicitava o lanche, não era capaz de oferecer molho para acrescentar e nem verificava se eu queria outra comida quando terminava de lanchar.

Uma vez eu pedi o pastel, junto com saches de maionese e catchup para acompanhar. A atendente pediu para eu esperar um pouco, foi lá dentro do estabelecimento, conversou e riu com todos que estavam lá. Quando voltou, atendeu outros clientes e ficou conversando com outra pessoa assídua da lanchonete.

Terminei de fazer meu lanche e agradeci pelo molho que não tinha vindo. Ela ficou sem graça e pediu desculpas por esquecer-se de mim. Se isso fosse pela primeira vez, eu não ligava. Só que como ela sempre me deixava de lado no atendimento, fiquei bem chateado e prometi para mim mesmo que não voltava mais ali. Não vou a lugares que não faça questão da minha presença.

Até lembrei o texto que recebi, sobre o discurso do fundador de uma grande rede de supermercados, Sam Walton, em treinamento com funcionários. Ele diz o seguinte:

Eu sou o homem que vai a um restaurante, senta-se à mesa e pacientemente espera, enquanto o garçom faz tudo, menos anotar com atenção o meu pedido.

Eu sou o homem que vai a uma loja e espera calado, enquanto os vendedores nem me olham e continuam com suas conversas particulares.

Eu sou o homem que entra num posto de gasolina e nunca toca a buzina, mas espera pacientemente que o empregado termine a leitura do seu jornal.

Eu sou o homem que explica sua desesperada e imediata necessidade de uma mercadoria, mas não reclama quando a recebe após três semanas somente.

Sou o homem que, quando entra num estabelecimento comercial, parece pedir um favor, implorar por um sorriso ou esperando apenas ser notado.

Sou o homem que entra num banco e aguarda tranqüilamente que as recepcionistas e os caixas terminem de conversar com seus amigos, e espera pacientemente enquanto os funcionários trocam idéias entre si ou, simplesmente abaixam a cabeça e fingem não me ver.

Você deve estar pensando que sou uma pessoa quieta, paciente, do tipo que nunca cria problemas. Engana-se.


Sabe quem eu sou?

"Eu sou o cliente que nunca mais volta"!

Divirto-me vendo milhões e milhões sendo gastos todos os anos em anúncios e propagandas de toda ordem, para levar-me de novo à sua firma, sua empresa, loja ou restaurante.

Quando fui lá, pela primeira vez, tudo o que deviam ter feito era apenas a pequena gentileza, tão barata, tão simples: um pouco mais de atenção e cortesia.

"Clientes podem demitir todos de uma empresa, simplesmente gastando seu dinheiro em outro lugar".

segunda-feira, 21 de junho de 2010

Por que a vida do homem é mais simples?

Vamos para mais um momento de compartilhar criatividade alheia solta pela web? Simmm!

Recebi um email da Clarissa que traz três peças de publicidade, desenvolvida pela agência McCann Erickson de Israel para a Cerveja Goldstar.

No material é possível verificar o que passa na cabeça do homem e da mulher, quando o assunto é uma simples questão de "Vamos sair para beber?" Veja você mesmo... Obs: Clique nelas para ampliar




E a mensagem termina desse jeito: "Thank God that you´re a man”
Google Tradução: Graças a Deus que você é um homem

sexta-feira, 18 de junho de 2010

Seja amável com as pessoas

Tem coisa pior na área de relacionamento, do que lhe dar com pessoas amarguradas, brabas e de mal com a vida? Não, não tem. Como é triste encontrar pessoas assim, que sempre enxergam o copo metade vazio. É chato encontrar pessoas que você deseja "Bom Dia" com sorriso estampado no rosto, e a pessoa vem com a resposta seca e rude "O que tem de bom pra ser Bom dia?"

A vida não é fácil para ninguém, mas tem gente que insiste em torná-la ainda pior. Momentos de conflitos conosco é natural, há dias em que não estamos bem mesmo e não queremos ver ninguém nem pintado de ouro, mas isso não nos dá o direito de estragar a felicidade alheia. NINGUÉM tem o direito de ser um "estraga prazeres". Tá ruim a vida? Tá difícil? Isole, peça ajuda, mas não desconte em quem não tem nada haver com o seu problema.

Por que falo isso? Vou dar o exemplo de um aniversário que fui nesta semana, sem citar os nomes (obviamente). O ambiente estava alto astral - pra cima - todos comendo e conversando sobre vários assuntos. Assim que chego no local, a aniversariante me pergunta: "A fulana não veio contigo?" Respondi que não, pois esperava encontrar a pessoa já no local.

A pedido da aniversariante, fui buscar esta pessoa para a festinha. Pequeno detalhe: Esta pessoa completou mais um ano de vida dois dias antes da festa, que nós estávamos participando. Chego lá na casa da fulana e pergunto: "Vamos lá no aniversário? Vim te buscar". Ouço ela dizer que só vai porque eu já estava lá, pois não estava com mais vontade.

Quando chegamos ao aniversário, um senhor bem agradável deu um presente para esta pessoa, por ela ter completado mais uma primavera na mesma semana. O que a pessoa disse? "Não gostei, pega de volta". Ficamos chocados com a grosseria, claro! Este senhor recolhe o presente (bem sem graça) e ouve a amiga dizer "eu gostei, posso ficar com ele?". No que ela diz isso, a pessoa que recusou o presente vai até lá e diz: "Daqui que é meu, eu ganhei!"

Ou seja... chegou estragando o clima de descontração no aniversário. A aniversariante do dia, querendo contornar a situação e fazer todos ficar bem a vontade, oferece um pastelzinho para essa pessoa. Na primeira mordida, a mesma pessoa joga fora o resto do pastel e diz: "Que horrível, tá muito ruim e seco". Como lhe dar com uma pessoa assim?

Depois de algumas horas neste "climão", convidei essa pessoa amargurada para ir embora e descansar. Não demora muito, ela me diz: "Não deveria ter saído da cama hoje, já senti que o dia estava ruim". Com a paciência de Jó, tento dizer. "O dia estava ruim, ou foi você que deixou ele assim? Custava aceitar o presente de coração, agradecer e numa outra hora pedir para a pessoa trocar?" E ela me responde: "Não, pois eu sou assim e este é o meu jeito".

Nunca vou entender este e outros tipos de situação. Jamais vou compreender quem tem tudo para facilitar, mas insiste em tornar tudo mais difícil. Esta pessoa não estava nos seus melhores dias (fato), mas no ápice da sua amargura, conseguiu estragar mais um monte de gente que não tinha nada haver com a história.

Assim também é no trânsito. Quantos discutem, brigam, quebram o carro um do outro ou até tira a vida alheia, por desentendimento seguido de ato irracional? Quem também maltrata idosos (por causa da movimentação lenta deles), não merece um pingo de respeito da sociedade. E assim por diante... não importa à esfera do problema. Muda o contexto, porém as dificuldades continuam criadas pelas pessoas.

A vida já é tão complicada por injustiças, incertezas e dor. Um gesto de gratidão, outro gesto de solidariedade, moralidade... são alguns dos passos iniciais que facilita a vida de todos e ninguém sai perdendo. Ah, se todos colocassem como meta diária o grande ensinamento que Jesus deixou: "Amar uns aos outros, como eu vos amei".

Este mundo poderia ser um lugar bem melhor... sem dúvidas.

quarta-feira, 16 de junho de 2010

Copa do Mundo bem opostos

Enquanto nós brasileiros paramos todas as atividades para torcer pro Brasil, no seu jogo de estréia da Copa do Mundo contra a Coréia do Norte, que aconteceu nesta terça-feira (15) lá no continente africano...













O norte coreano não pôde fazer o mesmo por causa do líder ditador Kim Jong-il, que proibiu os jogos de serem transmitidos ao vivo na TV. No horário da transmissão, estes coreanos tiveram que se contentar em assistir programas das forças armadas...












Segundo a notícia divulgada pelo Jornal da Globo, os norte coreanos só vão poder assistir o jogo gravado se o ditador permitir. Agora k-entre-nós: Será que o líder deles vai deixar assistir a seleção, depois que a Coréia do Norte perdeu o jogo por 2 x 1 para o Brasil?

É por essas e outras que tem horas que acho o Brasil um país PERFEITO!



Créditos das fotos do Brasil: Fernando Ribeiro e Luciano Moraes

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