sexta-feira, 26 de novembro de 2010

Rio de Janeiro na guerra do BEM x mal

Há muito tempo eu e, principalmente, a população carioca esperava uma grande retaliação contra a bandidagem que se instalou no Rio de Janeiro. Ninguém imaginava quando isso iria acontecer e a quantidade de homens que iriam participar, mas as imagens de ontem (25) na televisão serviram de alívio ao ver à presença do BOPE e da Marinha retomando partes da cidade que eram dominadas por facções criminosas.

Quem não ficou feliz ao ver os traficantes correndo perdidos e desesperados por uma estrada de chão? Já era hora do bem vencer este mal. Nenhuma cidade deve assistir de braços cruzados os carros serem incendiados e a população ficar sem o direito de ir e vir (com segurança) para onde quiser. A resposta da Secretaria de Segurança Pública foi bem recebida e o governo mostra para todos quem realmente manda na cidade, como estamparam os jornais Extra (RJ) e Diário Catarinense (SC) desta sexta-feira (26).

O Rio de Janeiro é vítima de um crescimento desordenado e uma distribuição de renda muito desigual. A cidade maravilhosa e de paisagens exuberantes (que um dia quero conhecer pessoalmente), não merecia conviver com aquele amontoado de favelas que estragam o visual da cidade. O problema daquelas construções é que não há qualquer infra-estrutura, as ruas são apertadas, além do aglomerado de casas feias e uniformes servirem de esconderijo ideal para os bandidos se instalarem no local e fugir da polícia.

A guerra ainda não terminou e a violência está longe de acabar, mas é preciso pensar no futuro. A cidade vai sediar alguns jogos da Copa do Mundo de 2014 e as Olimpíadas 2016, então a prefeitura deveria derrubar todas as favelas e construir unidades habitacionais. Há muitas pessoas boas e trabalhadores honestos que moram nestes locais. Eles sofrem nas mãos dos bandidos, mas não têm outra alternativa a não ser se trancar em casa e seguir a lei como manda os criminosos. Com uma casa digna, eles passariam a viver como todo ser humano merece e o visual do Rio de Janeiro ficaria ainda mais bonito.

quarta-feira, 24 de novembro de 2010

Lembranças resgatadas na reunião de condomínio

Moro no mesmo lugar há 23 anos, ou seja, desde quando nasci. Meu prédio é um lugar simples, sem luxo, mas localizado no coração da cidade de Criciúma, bem no centro. Por aqui já construí grandes amizades, mas que se perderam com o tempo. Sabe aquela história "A distância não separa os verdadeiros amigos"? Separa SIM, ao menos no meu caso. Sempre que um amigo se mudava, havia promessas de visitas no novo local e de nunca perder o contato. Bobagem...

Falar para quem está indo embora que o contato vai ser mantido era menos doloroso do que aceitar a verdade. A gente até tenta no início, um vai na casa do outro, mas chega uma hora que ambos não podiam mais se ver e então tudo esfria. Quando cai a ficha, aquele GRANDE amigo do prédio já era um desconhecido. Não há culpados. Quem se muda conhece novas amizades e quem fica se via obrigado a viver com ausência de quem gostava.

Foi assim que vivi grande parte da minha infância. Internet não existia, celular era artigo de luxo e amizades eram feitas e desfeitas por causa de um caminhão de mudança. Um dos momentos mais mágicos era quando a gente brincava na garagem do prédio. Aquele tempo não existia estes aparatos tecnológicos, nem leis que proíbem correr, brincar e fazer barulho na garagem. O bom senso era preservado e tudo era permitido, desde que não estragasse os carros dos moradores (na época recheado de chevettes, fuscas, fiat uno e afins).

Um momento marcante era as reuniões de condomínio quando os moradores participavam em peso. Enquanto nossos pais discutiam o melhor futuro pro prédio, nós brincávamos de esconder entre os pilares na garagem. Lembrei de tudo isso na reunião de condomínio que participei nesta terça. Agora elas são feitas no salão de festas, estrutura sonhada por muitos amigos que saíram desde local sem ver ele pronto e funcionando. Ficou tão bonito este lugar.

Depois de oito anos voltei a participar dessa reunião. A última que participei com a mãe, tivemos que sair de vergonha quando a síndica interina começou contar quem estava devendo. Nossas finanças nunca foram das melhores e sempre tivemos um histórico de atrasar um pouco, mas nada justifica fazer as pessoas passarem vergonha. Ainda mais quem tem o hábito de pagar tudo, mesmo um pouco atrasado. Enfim, coisas do passado que traumatizam a gente. Graças a Deus hoje tudo melhorou.

Fui obrigado a voltar participar da reunião porque recebemos uma multa por circular com a cachorra no hall de entrada. Não vi cabimento e fui reclamar com a síndica (que hoje é outra). Ela falou que a proibição surgiu na reunião de condomínio e que, se quisesse retirar a multa, era hora de participar destes encontros para defender meu ponto de vista. Sem alternativa, chamei a vó (que mora no meu prédio) para ir comigo participar da reunião do mês.

Lá não ouvi nada de interessante além da reforma da garagem. Soube que um gurizão do 5º andar vai se mudar para Curitiba e que a mulher do 7º voltou a morar no prédio depois de 10 anos fora. Também soube que a mulher do 6º está com unhas e cabelo novo, e que um morador desconhecido deixa o alarme do carro disparando na frente do prédio. Tudo bem, não me arrependo de ter participado. Enquanto eles iam falando, eu estava com a cabeça longe lembrando dos momentos bons que já vivi neste lugar.

Lembrei de tanta gente boa que passou por aqui e deixou sua marca no meu coração. Onde será que elas vivem? E como estão? Ah, Deus... quantas saudades.

segunda-feira, 22 de novembro de 2010

Dia do Músico

Hoje comemoramos o dia daqueles que têm o dom de cantar e encantar muitos momentos da nossa vida: Dia do Músico. Incrível como eles conseguem compor uma música que se encaixa em todos os momentos que estamos passando. Se o momento é de felicidade, Lou B.Rogers trouxe a música Oh Happy Day (Dia Feliz em inglês). Se estamos tristes, Rolling Stones compôs Wild Horses (Cavalos Selvagens). Se o momento é de sofrimento, Carlos Papae consola com a consagrada composição de Noites Traiçoeiras.

E quando a saudade aperta? Edson Trindade escreveu "Gostava tanto de você" tão bem interpretada na voz de Tim Maia. E o amor? Ah, o amor... são tantas as músicas feitas para fazer o coração dos apaixonados bater mais forte. Impossível esquecer a letra "Estou Apaixonado", de Estefano e Donato cantado nas vozes de João Paulo e Daniel. Até os nossos guerreiros pais também já foram homenageados por Léo Canhoto e Robertinho em "Meu velho Pai".

Não importa o gênero musical. Seja POP, MPB ou Brega, o dia do músico deve ser sempre lembrado por todos aqueles que não vivem sem música e tem sempre uma trilha sonora marcante em algum momento da vida. Ontem a Rede Globo mostrou o compacto do show histórico de Paul Mc Cartney no Brasil, realizado em São Paulo. Para nossa frustração, ela cortou partes muito aguardadas como a linda música Hey Jude.

Em homenagem aos verdadeiros músicos (excluímos aqui Carla Perez, Restart, Saia Rodada, etc...) publico neste humilde blog a tão esperada música do show de Paul Mc Cartney que a Globo cortou.



Hey, Jude, don't make it bad,
Ei, Jude, não fique mal,

take a sad song and make it better
Escolha uma música triste e torne-a melhor

Remember, to let her into your heart,
Lembre-se de deixá-la entrar em seu coração,

then you can start, to make it better.
Então você pode começar, a melhorá-la.

Hey, Jude, don't be afraid,
Ei, Jude, não tenha medo,

you were made to go out and get her,
Você foi feito para sair e conquistá-la,

the minute you let her under your skin,
No minuto que você deixá-la entrar na sua pele,

then you begin to make it better.
Então você começará a melhorá-la.

And anytime you feel the pain,
E sempre que você sentir a dor,

Hey, Jude, refrain,
Ei Jude, detenha-se,

don't carry the world upon your shoulders.
Não carregue o mundo nos ombros.

For well you know that it's a fool,
Você bem sabe que é um tolo,

who plays it cool,
Que finge que está numa boa

by making his world a little colder.
Tornando seu mundo um poucoo mais frio.

Na na na na na na na na...


Hey, Jude, don't let me down,
Ei, Jude, não me decepcione,

you have found her now go and get her,
Você encontrou-a, agora vá e conquiste-a,

remember (Hey Jude) to let her into your heart,
Lembre-se (Hey Jude) de deixá-la entrar em seu coração,

then you can start to make it better.
Então você pode começar a melhorá-la.

So let it out and let it in,
Então coloque prá fora e deixe entrar

Hey, Jude, begin,
Ei, Jude, comece,

you're waiting for someone to perform with.
Você está esperando por alguém com quem realizar a performance.

And don't you know that is just you?
E não sabe que é somente você?

Hey, Jude, you'll do,
Ei Jude, você consegue

the movement you need is on your shoulder.
O movimento que você precisa está nos seus ombros

Na na na na na na na na...

Hey, Jude, don't make it bad,
Ei, Jude, não deixe mal

take a sad song and make it better,
Escolha uma música triste e torne-a melhor,

remember to let her under your skin,
Lembre-se de deixá-la debaixo da sua pele,

then you'll begin to make it better (better, better, better,better, better, oh!)
Então você começará a melhorar (Melhor, melhor, melhor, melhor, oh!)

Na, na na na na na, na na na, Hey Jude
Na, na na na na na, na na na, Hey Jude

terça-feira, 16 de novembro de 2010

Recordes de bobagem

Sou formado em jornalismo, mas sempre tive uma queda pela psicologia. Sonho em saber o que se passa na cabeça dos humanos... Por que cometemos atos tão insanos e idiotas? Queria entender por que um ser humano consegue usar a inteligência para ter atitudes brilhantes, e outros usam para coisas que não agregam em nada (super mega e ultra babacas).

Vejamos o Guiness Book (Livro dos Recordes em inglês). O Guiness consegue bater o próprio recorde de coisas inúteis ali publicadas. Quantas vezes olhamos notícias de alguém tentando quebrar um recorde do tipo "Viver com aranhas venenosas"? Confere.



Conhecido como "Homem Aranha", o australiano Nick Le Souef começou na segunda-feira sua tentativa de viver com cerca de mil aranhas venenosas por três semanas dentro de uma jaula em Melbourne, na Austrália. Le Souef, que tenta quebrar seu próprio recorde no Guinness, poderá descansar por 30 minutos por dia para movimentar as pernas e preparar uma refeição. (Fonte: G1)

Estes são os piores. O recorde já é dele e ninguém se interessou em querer cometer esta mesma loucura. Não satisfeito e tomado pelo tédio (sim, pois quem faz isso não pode ter uma vida muito agitada), o que ele faz? Quer repetir a dose e quebrar o PRÓPRIO recorde. Sem comentários.

Tem mais palhaçadas destas pelo livro. Vamos olhar mais um... "Por recorde, empresário malaio dirige de ré por 1.010 km".


I. Rajagopal, de 56 anos, levou seis dias para completar a façanha. Ele dirigiu a uma velocidade de 3 a 40 km/h durante a quebra do recorde. (Fonte: G1)

Quem em bom estado de saúde mental vai sair pelas estradas dirigindo de marcha ré? Sem comentários (2). E as bobagens não param, tem essa aqui também. "Por recorde, 200 tomam banho de lama com porcos na Holanda".  


Cerca de 200 pessoas participaram neste domingo em Esch, na Holanda, da tentativa de entrar para o Guinness, livro dos recordes, com o maior número de pessoas tomando banho em uma poça de lama ao mesmo tempo. O evento foi organizado por uma entidade de animais, que levou porcos para a "piscina de lama" para alertar que milhões de suínos não podem aproveitar o verão. (Fonte: G1)

Foto do tipo: "Oi, eu sou um porco e gosto de tomar banho com os meus parentes". --' Tem um monte de casos iguais ou piores estes que mostrei. Ainda bem que nem tudo é só recordes de bobagens e mau exemplo. Tem coisas bonitas por lá também. Curte essa.



Para entrar para o Guinness, mais de 1.500 casais se reuniram na última sexta-feira (7) em uma praça na cidade bósnia de Tuzla, a 75 quilômetros de Sarajevo, para dançar valsa. Ao todo, 1.510 casais dançaram por cinco minutos e superaram o recorde estabelecido em 2009 no Reino Unido, quando um evento reuniu 315 casais. (Fonte: G1)

Agora sim, até que enfim um recorde prestável. Dançar é vida e deixa nossa alto estima elevada. Se tivesse um Guiness Book de bons exemplos, com certeza a humanidade seria mais inteligente e interessante.

sexta-feira, 12 de novembro de 2010

O Segredo da Vida

Recebi por email um vídeo muito tocante que mostra detalhes de um processo que originou a vida de cada um de nós. Imediatamente procurei no YouTube para ver se alguém tinha postado e poder compartilhar com vocês. Como eu previa, já estava por lá desde 2009.

Quem puder, assista esta apresentação de 4 minutos e 11 segundos das autoras Ine Braat e Suely Hinds que conseguiram mostrar - de forma brilhante - este espetáculo que é o nosso nascimento. Ninguém nasce para ser infeliz, ninguém vem ao mundo para ser ruim. Todos deveriam aproveitar esta breve passagem para oferecer o melhor de si e ajudar deixar o mundo um pouco melhor do que encontrou.


"A vida é uma peça de teatro que não permite ensaios. Por isso, cante, chore, dance, ria e viva intensamente, antes que a cortina se feche e a peça termine sem aplausos"
(Charlie Chaplin)

segunda-feira, 8 de novembro de 2010

Diga NÃO aos curiosos de velório alheio

Quem já perdeu alguém que amava, sabe como é triste uma despedida. É uma dor que vem da alma, e tem a mesma intensidade da sua proximidade com esta pessoa querida. Eu não gosto de frequentar velórios (ninguém deve gostar), prefiro manter distância destes momentos de dor e que não temos o que dizer para amenizar o sofrimento de quem fica. Só vou nestes locais se o corpo velado é da família, amigos, colegas, ou de alguém muito próximo ligado a uma destas pessoas por qual tenho respeito e admiração.

Neste domingo a minha mãe decidiu que na volta da praia, nós iríamos passar no cemitério municipal para olhar o túmulo do meu vô que faleceu em 2006. A justificativa dela era porque não foi lá visitar no Dia dos Finados. Tentei lembrá-la que a gente visitou o túmulo do vô dois dias antes:

Eu: - Mãe, pra quê ir ao cemitério? Esquecesse que estivemos lá no domingo passado, porque sabíamos que no dia dos finados tu não estarias na cidade?
Mãe: - Não importa filho, eu quero passar de novo pra ver o túmulo que minhas irmãs limparam e ver o arranjo de flores que elas compraram.
Eu: - Se é assim, está bem.
Mãe: - Vou aproveitar pra acender uma vela também.

Chegamos no cemitério vimos que não tinha mais o arranjo de flores porque roubaram (cretinos), e nem tinha vela guardada no túmulo para ela acender. Tempo perdido? Pra minha mãe, não. Ela aproveitou para rezar e chorar mais um pouquinho de saudades. Tudo bem, sei que o falecimento de pais ou filhos - geralmente - o ser humano sente mais. Além disso, também sei que um dia vai ser a minha vez de chorar por ela (se Deus quiser daqui há mais de 40 anos).

Na saída vimos uma capela bem movimentada e nessa hora sempre bate aquela curiosidade humana: Quem morreu? Só que a mãe não se conteve em ficar com a curiosidade e foi na busca de respostas.

Mãe: - Filho, vamos entrar ali.
Eu: - Ah, é! Capaz, nem conhecemos a pessoa. Vamos embora que tá anoitecendo.
Mãe: Que nada, está cheio de amigas professoras e eu quero saber se morreu alguém da educação.
Eu: - Tá bom, só não faz eu passar vergonha. E se for aquele menino de 22 anos que morreu nesse final de semana? Muito triste, não quero ir no enterro.
Mãe: - Vem comigo.

É incrível como a pessoas percebem quando alguém entra no velório sem conhecer ninguém e nem ter alguma ligação com o(a) falecido(a). Todos ficam te observando enquanto enxugam às lágrimas.

Mãe: - Procura o nome da pessoa. Todo velório tem nome ou foto da pessoa na porta.
Eu: - Você não disse que tinha um monte de amiga professora aqui? Cadê? Vai ali e fala com elas, cumprimenta e já pergunta.
Mãe: - Ah, não são bem amigas. Só as conheço de vista, mas sei que são professoras. Agora vê se tu achas o nome...
Eu: - Achei, olha lá no papel. O nome dela é Olinda.
Mãe: - Será que era nova?
Eu: - Por que você não entra ali pra ver? Eu acho que depois da década de 70, nenhuma mãe deve ter registrado alguma filha com nome de "Olinda".
Mãe: - Tá bom, vamos entrar com a mãe pra ver quem é.

Acho que o corpo tinha acabado de chegar, pois tinha gente chorando bastante. Na porta da capela eu desisti da ideia...

Mãe: - Por que não queres entrar? Achas que a mãe não deve ver o corpo?
Eu: - Olha mãe, se queres entrar, então vai sozinha. Eu não quero entrar ali e só olhar como se fosse nada. Tão chorando do lado do caixão,  e dai vamos ter que cumprimentar os familiares sem conhecer e nem poder dizer nada.
Mãe: - É mesmo né? Vamos embora daqui.

Nessa altura já tinha familiares e professoras "amigas" da mãe nos observando e fazendo uma bolsa de apostas pra ver se a gente entrava. Eu avisei que não era pra ir lá. Já passei por estes momentos de dor e sei o quanto é chato quem vai só pela curiosidade e - quando pior - ainda faz comentários desnecessários. Vamos nos respeitar gente. Diga NÃO aos curiosos de velórios alheios.

sexta-feira, 5 de novembro de 2010

Sexo é tudo?

Pela chamada da postagem, já deu pra perceber que vou falar sobre uma área que não sou especialista e nem tiro muito de letra igual o meu amigo blogueiro @RChicuta, o nosso Zé Mayer de Criciúma. Só que neste dia 5 de novembro, adivinha quem faz aniversário? A nossa sexysimbol do Twitter, Angela Bismarchi! Então nada mais justo do que celebrar esta data falando de sexo, que é o que ela mais gosta (e milhares de outras pessoas também).

Vamos lá então, começo levantando uma questão: Sexo é tudo? Será que todas as pessoas necessitam de muito sexo e, se pudessem, fariam isso por 24 horas? Esse assunto é muito complexo e particular de cada um. Qualquer índice sobre essa questão não contém 100% de veracidade, porque o homem costuma aumentar muito a quantidade de sexo real que faz e a mulher prefere diminuir.

Vamos analisar um pouco Angela Bismarchi. No Twitter de cada 10 tweets dela, 11 é sobre sexo. Ela é uma pessoa apaixonada pela suruba e foi por causa disso que se tornou conhecida. Para o homem que afirma ser uma máquina de fazer sexo, ela seria a mulher ideal.

E no dia do aniversário dela, surgiu essa polêmica no Twitter se sexo é realmente o mais importante. Na primeira postagem do dia, Angela já deu mais aulas sobre sua "Bíblia do Sexo".

Curioso, mandei uma pergunta pra ela...

Com essa pergunta veio o questionamento da companheira de Twitter, Ariane Miranda.

Educado, respondi...

Pronto: E a confusão estava feita...





A partir dai virou bagunça e milhares de replies apareceram. Vejamos algumas.














Isso foi 30% da discussão sobre a real importância do sexo, que lotou as timelines alheias. Enquanto isso, a aniversariante do dia estava emocionada com tantas homenagens. Vejamos o que louca por sexo falou.


Encantado com a "lágrimas nos olhos", eu conversei.


Só que ela não gostou, gente. E me mandou uma Direct Message (DM).

Pronto, acabou a brincadeira :`(

Sempre quis saber mais sobre quem não vive sem sexo, pois eu consigo viver. Acho que sexo é bom, mas não é o mais importante. Considero o carinho, as trocas de carícias e até as preliminares mais legal do que apenas a penetração.

Vamos ser sinceros, quem é que não cansa ficar naquele entra e sai por mais de meia hora? Enjoa e haja preparo físico. Muitas pessoas mergulham no sexo como uma fuga para esquecer os problemas no dia a dia, e eu penso diferente... Fico feliz que outras pessoas concordam que sexo não é tudo.



Posso ter queimado o meu filme ao afirmar que - pra mim - o sexo não é o principal. O que falar de alguém que diz isso publicamente? Viadinho? Gay? Bicha? Broxa? Pior que não dá nem para classificar, pois até estas pessoas também colocam o sexo em primeiro lugar e gostam disso de modo excessivo. Olha, não me importo de ter levantado esta questão e levado uma surra por quem AMA o sexo. Respeito e acho que cada corpo sente a sua necessidade, mas nesta vida passageira eu tenho outras prioridades.

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